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Gurumê

Não sou um expert em comida japonesa, não. Fui daquelas crianças chatas, que torciam o nariz para tudo que não fosse o carioquíssimo quarteto “arroz soltinho, feijão preto, bife e batatas fritas” – as crianças de hoje são outras, a exemplo dos pequenos que convivem comigo, que pediam sashimi antes mesmo de acertarem a pronúncia.

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