Por que investir em Identidade Musical?

PRA PENSAR ·

Identidade Musical é uma das apostas das marcas para estreitar os laços com os consumidores

O mundo nunca esteve tão conectado. As marcas e os consumidores nunca estreitaram tanto as suas relações como nos dias atuais. E a música também faz parte disso. Há 10 anos, nós da Radio Ibiza criamos o conceito de identidade musical (veja aqui e aqui). Mas você sabe qual é a importância de investir, hoje em dia, em Identidade Musical?

A música aproxima, apaixona, mexe com as nossas emoções, reflete sentimentos. A música marca um momento: contextualiza, identifica, incentiva o desejo, reforça um posicionamento e cativa consumidores.

Atualmente, há diversas maneiras de consumir música. Destacada pela US Music 260 e divulgada pela Nielsen em 2017, uma afirmativa chama a atenção: a experiência musical, valendo-se de curadorias customizadas, tem se tornado cada vez mais individualizada.

A Identidade Musical intensifica o poder da marca. Torna tudo mais palpável, mais real, mais próximo do consumidor. Nos pontos de venda, as experiências também são sensoriais. Buscamos fazer com que o cliente se lembre de cada momento. E volte, sempre.

E deste mercado, conhecemos bem, somos pioneiros. Não criamos um setlist que os outros esperam escutar das marcas. Falamos de um momento especial de cada empresa através da música.

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Aspas-01_rosaQueremos estar presente em cada detalhe do processo de conquista entre marca e consumidor. Entendemos que nossos clientes contam histórias e somos os responsáveis por traduzi-las através da ativação dos sentidosAspas-02_rosa

, afirma Pedro Salomão, nosso sócio diretor.

Os nossos produtos são criados de forma personalizada, em um trabalho que envolve uma equipe com 40 profissionais. Desde planejamento, pesquisa, programação, produtores musicais e DJs, até o atendimento ao consumidor final, se desejado for. Trabalhamos com segmentos estratégicos de moda, gastronomia, hotelaria, shopping, decoração, beleza e corporativo.

Marcas como o restaurante Joe&Leo’s, Farm, Maria Filó, Via Mia, Reserva, Animale e Shopping Rio Design foram as primeiras a investir. E é preciso conhecer a sua própria essência para se comunicar bem com seu consumidor final. Somos multimídias. Nos reinventamos o tempo todo, junto com os nossos clientes.

Resultados positivos

A ideia de elaborar valores sensoriais para as marcas ainda é nova. Por isso, pode ser um investimento arriscado para o departamento de marketing das empresas. A visionária Farm, marca de roupas femininas que se define como um estilo de vida, por exemplo, relaciona-se com seus clientes usando ferramentas digitais: site, blog, rádio on-line, perfis em todas as redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram, Pinterest, YouTube) e aplicativo para mobile.

A estratégia é estender sua comunicação com as clientes para além do ambiente das lojas, do ponto de venda. A criação da rádio foi pensada como forma de estar presente na vida da cliente. Deu tão certo, que, em 2014, a Farm anunciou o lançamento do aplicativo Rádio Farm, também com a curadoria da Radio Ibiza. Neste cantinho musical a cliente pode escolher as playlists que mais combinam com ela.

Mercado da música no Brasil e no Mundo

A indústria fonográfica tem se reerguido por meio do mercado digital, que, alavancado pelo streaming, passou a representar metade da receita global do setor desde 2016. Os primeiros sinais de recuperação vieram em 2015 e se fortaleceram nos últimos dois anos.

Apesar de favorável, o cenário ainda se encontra distante do áureo fim dos anos 1990. Segundo projeção da Goldman Sachs divulgada em agosto, a indústria deve se recuperar até 2030. Até lá, sua receita deve atingir US$ 41 bilhões, enquanto a do mercado global de música deve chegar a US$ 119 bilhões.

A recuperação se estabelece conforme a evolução das tecnologias — como o acesso a redes mais rápidas e smartphones com maior armazenamento — e as mudanças de hábito de consumo, ao mesmo tempo, incentivando-as e alimentando-se delas. Isso significa que esse setor faz “barulho” sim e ajuda a movimentar a economia do país.

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